Após a decisão do governo de aumentar em 30% os impostos sobre veículos importados, a Chery está lidando com os efeitos colaterais. “Os diretores da empresa vieram ao Brasil, assinaram protocolos, autorizaram a construção da fábrica em Jacareí e, no meio do caminho, mudam radicalmente as regras de conteúdo local”, disse Luis Curi, presidente da Chery Brasil.
Sabe-se que essas medidas vão favorecer as montadoras afiliadas ao grupo Anfavea, no entanto, a Honda e a Toyota também terão dificuldades para se enquadrar nos 65% de peças nacionais.
Um dos objetivos da fábrica no Brasil era trazer 20 dos fornecedores da China, os quais não competem diretamente com fornecedores já existentes no Brasil. O plano de nacionalização da Chery no País era começar com 30% e avançar para 50% até 2015, quando a produção estaria em 150 mil unidades por ano, incluindo os modelos S18 e A13, em versões hatch e sedã.
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