O que para os leitores do NA é uma coisa óbvia também está sendo comentado por quem não vive no meio automotivo. Uma matéria do site O Dia Online comentou sobre a diferença entre o mercado automotivo brasileiro e o argentino.
Aí vem aquela história sobre os modelos que são vendidos lá e que por aqui nem dão as caras. Esses modelos nunca desembarcarão em solo brasileiro por causa da elevada taxa de importação brasileira, que é de 35%. Um modelo citado pela matéria é o Alfa Romeo MiTo. Só para os argentinos.
E pense comigo: se já com essa taxa de importação de 35% o brasileiro compra cada vez mais carro importado, porque o governo reduziria essa taxa? Não precisa… Segundo Caíque Ferreira, consultor técnico da Renault, importar modelos produzidos na Europa é inviável, ao contrário dos que têm fabricação no México e na Argentina. “Os europeus chegam no Brasil sem preço competitivo”, lamenta.
Entre as estrelas do Salão de Buenos Aires, os Alfa Romeo Mito e Giulietta, além do 8C Spyder — a marca não atua no Brasil faz tempo. Outra que também não está mais aqui é a espanhola Seat, que, na Argentina, vende o Ibiza, o Léon e o Freetrack.
Outra coisa: desde o fim do ano passado a Citroen vende o DS3 na Argentina, modelo que deverá chegar por aqui somente em 2012 e com preço de carro de imagem e pouca venda.
sábado, 18 de junho de 2011
Impostos excessivos afastam tecnologia do segmento automotivo brasileiro
Posted by Unknown on 6/18/2011 10:51:00 PM
Fonte:NA
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